

O europeu Guimarães justificou o seu estatuto e entrou na Taça UEFA com tudo, garantindo praticamente o acesso à fase de grupos da competição em apenas um jogo. A vitória por 3-0 sobre o Wisla Cracóvia até podia ter sido mais expressiva dada a superioridade da formação orientada por Jaime Pacheco. A viagem até ao sul da Polónia não deverá passar de um simples passeio caso o Vitória consiga manter esta forma personalizada de actuar.
Contrastando com o deplorável arranque de campeonato, os vimaranenses conseguiram praticar um tipo de futebol muito agradável, entusiasmante e com golos. Num jogo triplicaram o pecúlio conseguido em três partidas da Liga, o que é altamente revelador e pode servir para inverter a tendência negativa da equipa a nível nacional, para além de ter reavivado a intensa relação entre os jogadores e os adeptos.
O refúgio encontrado na Taça UEFA não foi fácil de descobrir. Os primeiros vinte minutos foram atípicos, nervosos e pareciam confirmar a falta de organização vitoriana ante um adversário que dava a sensação de ser bem mais organizada. O penalty sofrido por Saganowski aos 22m mudou tudo, permitiu que Cléber abrisse o marcador e tranquilizasse uma equipa à procura de um rumo, de uma identidade. Só se espera que, a partir de agora, este seja o real perfil da equipa de Pacheco.
Com Paiva na baliza e um esquema inicial de três defesas (com Flávio Meireles ao lado de Geromel e Cléber), o Guimarães esteve sempre de peito aberto, conseguindo conjugar a criatividade de Neca e Benachour no meio-campo, que auxiliaram a frente de ataque formada por Saganowski e Dário (que viria a ser substituído ainda antes do intervalo por Targino).
Após uma primeira parte feita de muitos passes a meio-campo e nem um remate dos polacos - apenas alguns cruzamentos perigosos -, o segundo tempo trouxe golos e espectáculo. O guarda-redes Paiva foi um mero espectador ante a fragilidade do adversário e a máquina de ataque do Guimarães começou a produzir, com muitos elementos a assumirem a sua atitude ofensiva, começando por Mário Sérgio, passando por Benachour e terminando em Rogério Matias. Saganowski voltaria a fazer a diferença, não pelos golos, mas pela visão de jogo, que lhe permitiu encontrar a linha de passe para a «bomba» lançada por Mário Sérgio aos 69 minutos. 2-0 e festa.
Aos 71 foi a vez de Benachour provar todas as qualidades apregoadas, levantando o D. Afonso Henriques com um golaço, fruto de um remate portentoso desferido à entrada da área. A bola partiu daqueles pés de veludo e só terminou, anichada, junto ao ângulo da baliza de Majdan. O «gigante» Glowaki punha as mãos na cabeça, olhava para o treinador e tentava perceber o que acabava de acontecer. A certeza de que a derrota dura, por 3-0, era inevitável surgiria segundos depois, assim como a grande probabilidade de ser eliminado de imediato. Realmente dramático para quem foi campeão polaco e chegou a disputar o acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões.
6 comentários:
Colecciono bilhetes de futebol das equipas portuguesas na UEFA, e pago 5 euros a quem me enviar 1 bilhete do VSC-Wisla (p.jam@iol.pt)
the7neo n sei s este site es tu k fazes ms s es dou t os meus parabens!! ta mt bom!! em relaçao a excluires os comentrios ofensivos axo k inda ta melhor por isso te digo k axo k o 2º comentario deveria ter sido excluido! akele k diz "FORÇA WISLA ... ACREDITAI!!!...
WISLA 4 - 0 vitorinos!
ESPANHOIS COM O CARALHO FILHOS DA PUTA!!!"
de resto nd a dzr, apenas parabens!
Saudaçoes desportivas!
VITORIA ATE MORRER!
È comentario a mais para se excluir tudo mas realmente tens alguma razão!
Quanto a quem escreve todos os postes tão acinados, se algum interesse em contactar quem posta enviem um mail para nós que será entregue aos respectivos.[[]]
Já estão excluidos. Dediquen-se mais a vossa equipa e deixem andar as dos outros ;)
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