05 agosto 2005

Portugal sticka rumo a novo título.

Portugal começa hoje a ‘stickar’ rumo à renovação do título mundial de hóquei em patins, após a vitória de 2003 em Oliveira de Azeméis.
A qualidade dos jogadores lusos, orientados pelo seleccionador José Querido, e as grandes conquistas que figuram no historial, não deixam outra alternativa que não seja pensar em vencer o 16.º ceptro.
“Tem que ser esse o nosso objectivo. Portugal tem muito valor e somos obrigados a revalidar o título”, adiantou José Querido, que não gosta do piso do recinto quando os níveus de humidade são elevados.
Portugal, que venceu todos os Mundiais disputados em solo luso, vai patinar a milhares de quilómetros de casa, mas a forte comunidade portuguesa – na sua maioria oriunda dos Açores – existente em São José, Califórnia, vai servir de aliada à turma das quinas. Contudo, tal apoio, não é suficiente, ainda mais quando os adversários – ‘os suspeitos do costume’ – também se apresentam na máxima força. “Se tudo correr bem, encontramos a Espanha nas meias-finais. Aí, queremos vencer, pois queremos ganhar todos os jogos”, sustentou o seleccionador, que alertou ainda para a qualidade da Itália e da Argentina.
Na fase inicial, Portugal integra o Grupo A, na companhia de três adversários fáceis: Chile, Macau e Angola. Este último, orientado pelo português Fernando Falé, será amanhã o primeiro opositor luso.
Em relação a 2003, apenas cinco ‘mundialistas’ permanecem no seleccionado luso, nomeadamente Guilherme Silva, Sérgio Silva, Reinaldo Ventura, Ricardo Figueira e Ricardo Pereira. Mas a ‘armada’ portuguesa conta ainda com João Pereira, Valter Neves, Pedro Afonso, Tó Silva e Ricardo Barreiros.
Portugal, que já venceu cinco títulos fora de portas, apenas por duas vezes (Argentina 2001 e Alemanha 1997) ficou fora do pódio, pelo que reúne todas as condições para voltar a ‘brilhar’.

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