
A DaimlerChrysler está a estudar o potencial da biónica na indústria automóvel. Baseando-se nas características biológicas de uma espécie de peixe tropical, os técnicos do grupo germano-americano desenvolveram um protótipo com soluções de construção inovadoras e aerodinâmica notável.
A biónica, ciência baseada no estudo do comportamento e “mecanismos” dos seres vivos, para aplicação industrial ou tecnológica, poderá constituir a base para o desenvolvimento de uma nova geração de automóveis mais eficientes a nível aerodinâmico e em matérias como as emissões poluentes e compatibilidade ambiental.
Apresentado em Washington, na edição deste ano do Simpósio da Inovação, organizado pelo grupo DaimlerChrysler, o Mercedes-Benz Bionic combina a mais avançada tecnologia diesel com soluções de construção inovadoras.
Para desenvolver o protótipo, o departamento de pesquisa da DaimlerChrysler e o centro de investigação tecnológica da Mercedes-Benz, que trabalharam em conjunto no projecto, inspiraram-se num exemplo específico da natureza: o peixe-balão.
Natureza fornece a fórmula para veículos mais eficientes
Apesar das suas formas “cúbicas” e aparentemente pouco hidrodinâmicas, o peixe-balão é bastante veloz. Para os engenheiros do fabricante germano-americano, esta espécie de peixe tropical representa, pois, um “ideal aerodinâmico”, tendo servido de inspiração a um veículo espaçoso, do género monovolume compacto, mas com pouca resistência ao ar.
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